‘Tudo o que é necessário é a impecabilidade, energia, e isto se inicia com um ato singular, que deve ser deliberado, preciso e constante.’

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‘O ser humano tem necessidade de coisas duradouras, constantes, permanentes. Isso nos dá segurança, tranquilidade, uma certeza de continuidade. É reconfortante saber que as coisas vão permanecer estáveis para sempre. Contudo, as estações do ano mostram que todas as coisas são mutáveis e nada é permanente. Ou, de outro modo, tudo é impermanente. O que ocorre é que nós, seres humanos, somos apegados às pessoas, às coisas e às situações. É comum querer que as coisas sejam permanentes. Muitas vezes, preferimos a ilusão do duradouro à realidade da mutação e da impermanência. Queremos que a vida seja do jeito que idealizamos e não do jeito que a vida é. Lidar com a impermanência é um exercício de aceitação da realidade. Desejar que um objeto, uma pessoa, ou uma parte da vida nunca se altere é aleijar a existência. Como nada na Natureza existe de forma isolada, tentar manter algo inalterado…

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‘A Psicologia Formativa concebe o corpo como um processo vivo, subjetivo, evolutivo, em contínua transformação e organização de si mesmo. Somos criaturas corporificadas e passamos por uma série de formas ao longo da vida, um contínuo de transformações do nascimento à morte. Estas formas são parte de um processo organizador que “corporifica emoções, pensamentos e experiências em uma estrutura”. O ser humano é simultaneamente biológico, pessoal e social. O corpo humano é emocional, cognitivo, linguístico e cultural. Toda experiência humana é necessariamente corporificada e está fundada em uma organização anatômica. Isto inclui o sentir, o pensar, o imaginar e o sonhar. Concebemos anatomia como uma realidade pulsante, multidimensional, rítmica, plástica e em constante movimento; de forma alguma uma estrutura estática.’ – Stanley Keleman

‘Os hábitos diários e ações repetitivas são um aspecto decisivo do carma humano e merecem um exame constante. É falso pensar, como fazem os desatentos, que um indivíduo atarefado não pode mudar sua agenda. Pintar a si mesmo como “escravo da situação” é uma forma infantil de negação da responsabilidade. Os acomodados se colocam como espectadores da sua própria vida. Esperam que o mundo inteiro obedeça aos seus desejos. Trilham o caminho da derrota. A verdade é que o fluxo da vida é plástico e se altera o tempo todo. Quando o cidadão eleva e purifica o ponto de vista desde o qual observa o conjunto de tarefas que dependem dele, começa a perceber o potencial de mudanças para melhor que estava oculto diante do seu olhar. A Raja Ioga ensina que a mente se adapta àquilo que está diante dela e àquilo em que pensa. Suponhamos que um estudante…

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‘Curo a minha família curando em mim a representação psicológica que tenho da minha infância, de minha mãe, meu pai, marido, filho, etc. Curo meu país e a humanidade cumprindo meus deveres e expandindo os níveis de honestidade, transparência e ética em minha vida. Isso se consegue avançando no autoconhecimento e no autoaperfeiçoamento. Não estamos isolados do carma da humanidade, do país ou da família em que vivemos, mas temos o dever de não nos deixar levar pela correnteza. Mais do que sofrer a influência externa, devemos influenciar positivamente o que nos rodeia.’ – Joana Maria Pinho

‘Não reclamar da vida, não reclamar das circunstâncias, não reclamar de si mesmo, são três regras básicas no caminho do autoconhecimento.  Não ficar eufórico com a vida, não ficar eufórico com as circunstâncias, e não ficar eufórico consigo mesmo, são outras três regras básicas.  Uma sétima regra é:   “Ter metas claras e nobres e trabalhar por elas com calma, sem esperar resultados imediatos, mas olhando o horizonte amplo.” Estes sete procedimentos têm bons resultados a curto e a longo prazo. Eles nos fazem ver o mundo e a vida com as lentes da moderação, da flexibilidade, do discernimento e da objetividade.’ – Carlos Cardoso Aveline

scenic view of clouds during dawn

‘Há ilusões pessoais, coletivas, científicas, espirituais, existem ilusões em todas as dimensões de ação humana. Olhando superficialmente o mundo vemos que grande parte dos indivíduos são ilusionistas, criando pequenos espetáculos circenses para si mesmos e os outros. Há ilusões criadas com a intenção de enganar o outro de forma a satisfazer ambições egoístas. Vemos isso diariamente no campo da política, da pesquisa científica, do marketing e do jornalismo sem ética, e também nas famílias. Mas talvez a maior parte das ilusões seja criada sem que a pessoa se dê conta, como anestésicos, de forma a proteger artificialmente o conforto psicológico e emocional, individual e coletivo. A verdade é como fogo, e o fogo além de iluminar queima. Entre a paz que resulta de enxergar o caminho e a dor que a chama provoca ao queimar os aspectos menos nobres da existência, são poucos os que optam por tentar conhecer e…

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‘Talvez um dos problemas mais difíceis da era atual seja saber o que é importante, e o que não é; e decidir qual dos problemas que confrontam a humanidade deve receber atenção, e quais não devem; decidir, em resumo, exatamente onde deve-se definir os limites da batalha a ser travada na vida pessoal e individual. Porque parece claro que nenhum mortal comum pode ter a pretensão de enfrentar todos os problemas da raça humana, do país e da comunidade a que ele pertence. Este talvez seja o principal problema: há gente demais querendo fazer coisas em excesso. As pessoas estão tentando ser autoridades em assuntos excessivamente numerosos. Estão aventurando-se muito longe de casa, tanto intelectual como corporalmente, e desperdiçando, ao invés de conservando, as suas energias. Há um adágio que afirma: “o que diz respeito a cada um não diz respeito a mais ninguém”; e ele nos leva a perguntar-nos…

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‘Eu diria que a Prática de fato é minha escolha consciente para manter-me viva. Não quero dizer apenas vivendo – eu posso manter-me alimentada, protegida e vestida. Eu quero dizer realmente viva. Engajada, motivada, refletindo sobre mim, intuitiva, vivamente viva. Às vezes, é uma escolha feroz. Uma escolha dura. Mas eu tenho medo de carvão apagado. E eu confio profundamente no fogo da Prática para manter-me indo adiante.’

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